Chega de bullying: cuidado com a saúde mental do seu filho

Chega de bullying: cuidado com a saúde mental do seu filho

Ao longo deste mês, queremos chamar a sua atenção para temas importantes, ligados à saúde mental do seu filho. Neste Setembro Amarelo, vamos ajudar você a lidar com o bullying, cyberbullying, depressão e outros assuntos como esses que vêm causando cada vez angústia e doenças mentais nos nossos jovens e que, portanto, merecem um cuidado em especial.

Primeiramente, convidamos você a entender melhor sobre esses temas e vamos começar falando sobre o bullying. Esse é o nome dado para aquelas situações de agressão que são feitas intencionalmente contra uma ou mais pessoas e que causam muita vergonha, medo e outros sentimentos como esses. A palavra vem de bully, que tem como tradução valentão.

Já o cyberbullying é o bullying praticado no ambiente online. As redes sociais têm sido cada vez mais palco desse perfil de agressão, que pode levar um jovem ou uma jovem a situações extremas, como o próprio suicídio. Segundo dados da Revista Veja, uma a cada cinco crianças pensa em suicídio depois de passar por esse tipo de agressão. Portanto, também requer a sua atenção.

Depressão: já está em um passado bem distante a ideia de que a depressão é coisa de adulto. Essa é uma doença que causa uma sensação persistente de tristeza ou perda de interesse e pode proporcionar uma série de outros sintomas físicos e comportamentais. De acordo com dados da Organização Pan-Americana de Saúde, metade de todas as condições de saúde mental começa aos 14 anos de idade, mas a maioria dos casos não é detectada nem tratada.

E como os nossos jovens estão lidando cada vez mais cedo com esses problemas, vamos dividir com você 5 dicas de como lidar com a saúde mental do seu filho.

  1. Converse: ter o hábito de conversar com seu filho é muito importante, mas não em um tom de cobrança! Seja amigo, se mostre interessado sobre a rotina dele e deixe-o contar sobre os problemas que o estão atingindo.
  2. Fique atento aos sinais: timidez excessiva, notas ruins, mudanças no comportamento e no apetite são alguns dos sinais. Se perceber algum deles em seu filho, vale a pena procurar ajuda profissional.
  3. Mostre exemplos: a internet está cheia de exemplos ruins, com consequências sérias. Mostre ao seu filho o quanto isso pode ser prejudicial e que não precisa fazer parte da vida dele.
  4. Incentive-o a fazer atividades que o façam feliz: isso vale para um hobby, um esporte e qualquer coisa legal que faça bem para ele.
  5. Tenha o hábito em casa de falar sobre os sentimentos: assim, desde pequeno, seu filho vai entender a importância de demonstrar o que sente.

O importante é ter atenção redobrada. E, se perceber que não está conseguindo lidar sozinho com essa situação, procure o quanto antes orientação de um especialista.