Relutância em vacinar

Relutância em vacinar

Deixar de vacinar é sinônimo de perigo!

 

Recentemente fomos surpreendidos com um crescente número de casos de sarampo. E se sua pergunta é: ‘por que, depois de tanto tempo, voltamos a lidar com a doença?’, você precisa continuar esta leitura!

A resposta é simples e está diretamente ligada à decisão de deixar de vacinar as crianças, conforme o calendário estabelecido pelo Ministério da Saúde. Doenças como varíola, poliomielite, rubéola, dentre tantas outras já levaram muitas pessoas à morte no passado, mas foram controladas graças à descoberta de suas vacinas, que levou à erradicação de parte das doenças, deixando de afetar a população.

Porém, por uma série de razões, algumas famílias preferiram deixar de seguir o calendário de vacinas, e o resultado disso é que essas doenças voltaram a aparecer. Dentre os motivos apresentados, há os de base religiosa, filosófica e pseudomédica, mas nenhum deles pode ser comprovado cientificamente.

Com a pandemia da COVID-19, é possível ver que as doenças com alto potencial de morte podem causar danos que vão muito além da saúde: elas afetam a economia, levam a população ao colapso e são motivos de embates políticos.

E como as vacinas trabalham em nosso organismo?

Há diversas tecnologias relacionadas à produção das vacinas e todas elas têm um objetivo comum: estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos, que podem combater doenças infecciosas, tornando a pessoa vacinada imune.

De forma prática, a vacina nos coloca em contato com uma pequena amostra das bactérias e vírus que dão origem à doença. A partir disso, nosso organismo produz anticorpos para evitar que o vírus volte a nos infectar.

Por isso, a recomendação é: vacine-se! Dê uma olhada na sua carteira de vacinação, veja quais doses estão atrasadas e previna-se. Somente com as vacinas em dia que conseguiremos impedir as doenças de voltarem a nos infectar. Enquanto isso, a gente fica na torcida para a vacina contra a COVID-19!